02:21 e ainda não sei se a ajuda poderá vir através de palavras
o que me faz pensar que não sei qual o tipo de ajuda que precisa
falar que 'vai ficar tudo bem' é coisa de gente que não sabe o que dizer
ou que não passou o que passa
ou talvez você nem mereça o "vai ficar tudo bem"
porque sei que vai ficar ranzinza e puto por estas palavras serem mais fáceis de serem ditas do que sentidas
terça-feira, 25 de junho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
virada sentimental
há tantas coisas boas e ruins para se falar da Virada.
shows que vi e deixei de ver, amigos que revi, sono, fome, suor, artistas indo de um lado para o outro e produções preocupadas com atrasos.
mas a coisa mais linda foi logo ao chegar, minutos antes de começar o show de Lucas Santtana no Palco da 25 (desculpem, mas um dos melhores palcos!). Um morador de rua ficou ali na grade ao meu lado, chamou um segurança do local e perguntou se não podiam dar pra ele um CD do cantor, disse que gostava muito dele. Claro, a primeira coisa que se pensa (e infelizmente pensamos!) é se não está o confundindo com o cantor sertanejo, devido exposição da mídia bem maior (e neste caso, um alcance maior e pelo nome também).
Enfim, com a dúvida plantada na cabeça esperei o show começar e o que ele faria, se ficaria ou iria embora. Então Lucas começa com uma canção linda "O Deus que Devasta mas Também Cura". E o homem ao meu lado vai as lágrimas. E eu vou junto com ele. E ele levanta os braços, coloca as mãos no rosto e fica ali tentando acompanhar. E eu dividindo minha atenção entre banda e ele.
E como diz a última frase desta música "Ó sol! proteja o menino".
Que proteja sempre mesmo!
escrito dia 20/05/2013 às 16:08
(pensamentos sobre show e vida)
Quem me conhece ao menos um pouco sabe que adoro música ao mesmo tempo em que gosto de ir aos shows destes artistas que me encantam ou então ir a shows de pessoas que nunca ouvi e quem sabe surge um novo CD na pilha (ou uma nova pasta pronta para ser usada no computador).
Bom quando você vai num considerável número de shows de bandas que se interligam ou que temos na plateia amigos-artistas daqueles que está no palco, acabamos vendo rostos conhecidos que você faz uma interligação imaginária em cada show que vai (do estilo “onde vi esta pessoa? Ah foi no show do fulano ou do beltrano").
Enfim, nuns últimos shows prestei atenção em uma grávida daquelas que parece que o bebê vai sair a qualquer momento para respirar novos ares. E às vezes ficava pensando “mas que energia! Tá aqui pulando, cantando, puxando coro!” ao mesmo tempo em que pensava “ué, será que ela não está naquele estágio de repouso? Assistir sentada não deve ser melhor, não sente cansaço?”. Bem aquele tipo de pensamento de uma pessoa que não tem muitas conhecidas que estiveram grávidas nos últimos tempos (bom, tem uma que replicou justamente este meu segundo pensamento “as pessoas me veem com um barrigão deste e acham estranho estar na rua! Só estou grávida ué! Que pensamento ultrapassado em relação às grávidas!”).
Fiquei sabendo ontem (15/05) através de um telefone sem fio do Facebook (vocês conhecem, quando alguém comenta no mural de alguém, aparece na sua linha do tempo porque tem amigos em comum e por aí vai!) que o marido/pai é o percussionista Guto da Trupe Chá de Boldo (recomendadíssimo!). Aí fiquei pensando que com toda certeza este pedacinho que veio conhecer o mundo, que já estava nos batuques na barriga da mamãe, aqui fora, se depender da família, não vai parar de sacudir as pernas e braços assim que tiver oportunidade.
(Ressalto aqui uma imagem linda que congelou minha mente no show de sábado no Parque da Água Branca da Trupe, que foi o Galo, vocalista, ao descer do palco ir direto beijar aquele barrigão enorme e ficar lá mais do que um minuto acredito. Não sei ao certo. Mas todo o momento que ele ficou ali me prendeu a atenção, daqueles tipo de cena que você até vê uma luz ao redor).
E como diz uma musica da Trupe: “A Vida Que Te Beija”. E que te abraça, te olha e que faz você participar, mesmo que ao longe, deste tipo de luz.
(E felicidades papais!♥)
escrito em 16/05/2013 às 21:01
e a mamãe é dona deste blog (onde há textos lindos e um em especial sobre o grande dia ♥)
http://www.adelitaahmad.blogspot.com.br/
Bom quando você vai num considerável número de shows de bandas que se interligam ou que temos na plateia amigos-artistas daqueles que está no palco, acabamos vendo rostos conhecidos que você faz uma interligação imaginária em cada show que vai (do estilo “onde vi esta pessoa? Ah foi no show do fulano ou do beltrano").
Enfim, nuns últimos shows prestei atenção em uma grávida daquelas que parece que o bebê vai sair a qualquer momento para respirar novos ares. E às vezes ficava pensando “mas que energia! Tá aqui pulando, cantando, puxando coro!” ao mesmo tempo em que pensava “ué, será que ela não está naquele estágio de repouso? Assistir sentada não deve ser melhor, não sente cansaço?”. Bem aquele tipo de pensamento de uma pessoa que não tem muitas conhecidas que estiveram grávidas nos últimos tempos (bom, tem uma que replicou justamente este meu segundo pensamento “as pessoas me veem com um barrigão deste e acham estranho estar na rua! Só estou grávida ué! Que pensamento ultrapassado em relação às grávidas!”).
Fiquei sabendo ontem (15/05) através de um telefone sem fio do Facebook (vocês conhecem, quando alguém comenta no mural de alguém, aparece na sua linha do tempo porque tem amigos em comum e por aí vai!) que o marido/pai é o percussionista Guto da Trupe Chá de Boldo (recomendadíssimo!). Aí fiquei pensando que com toda certeza este pedacinho que veio conhecer o mundo, que já estava nos batuques na barriga da mamãe, aqui fora, se depender da família, não vai parar de sacudir as pernas e braços assim que tiver oportunidade.
(Ressalto aqui uma imagem linda que congelou minha mente no show de sábado no Parque da Água Branca da Trupe, que foi o Galo, vocalista, ao descer do palco ir direto beijar aquele barrigão enorme e ficar lá mais do que um minuto acredito. Não sei ao certo. Mas todo o momento que ele ficou ali me prendeu a atenção, daqueles tipo de cena que você até vê uma luz ao redor).
E como diz uma musica da Trupe: “A Vida Que Te Beija”. E que te abraça, te olha e que faz você participar, mesmo que ao longe, deste tipo de luz.
(E felicidades papais!♥)
escrito em 16/05/2013 às 21:01
e a mamãe é dona deste blog (onde há textos lindos e um em especial sobre o grande dia ♥)
http://www.adelitaahmad.blogspot.com.br/
sábado, 8 de junho de 2013
sobre chaves e fechaduras
nesta estrada que vivemos, muitas vezes escolhemos correr com os dedos ou com os olhos
durante um tempo me permiti ser o alvo destas vias, mas veja só, o tempo passa e você descobre que apenas pensou que se permitiu ser algo para alguém. e que a culpa foi somente sua.
sempre vendia as chaves erradas, mas quando pensei ser a certa parece que a fechadura teimou em mudar de forma. e neste momento pensei que talvez minha vontade de acertar era tanta e que meu mal foi pensar demais até decidir qual das chaves era a melhor. decidi que era melhor libertar esta mão de poucos encontros (mas sempre intensos) que sempre me encontrava no meio do caminho.
que era melhor correr por outras estradas.
que esta mão tivesse a chance de encontrar a fechadura certa.
e quanto a mim?
tranquei-me em mim mesma. pensava que era o certo. para quê ajuda para encontrar novas estradas, afinal? era melhor continuar a correr a estrada com os olhos. e durante esta estrada me perguntava se aquela chave que deixei se sentia culpada por não ser o enigma da fechadura. ou se pensava q'eu era a responsável pelas mudanças das fechaduras a cada tentativa.
já não sei. muito tempo se passou desde então. chaves e fechaduras não são mais usadas. talvez um outro tipo de ligação, mais moderno, seja feito. a dúvida sempre planta, e espero que pense sempre na segunda opção.
afinal, fechaduras são únicas enquanto chaves são feitas aos montes.
e que ao menos tenha a 'chave' para libertar esta possível dúvida e jogue-a fora, desta vez, sem receio nenhum. se, receio de ser feliz por completo.
pois a estrada é sempre longa quando olhamos e andamos na direção certa.
durante um tempo me permiti ser o alvo destas vias, mas veja só, o tempo passa e você descobre que apenas pensou que se permitiu ser algo para alguém. e que a culpa foi somente sua.
sempre vendia as chaves erradas, mas quando pensei ser a certa parece que a fechadura teimou em mudar de forma. e neste momento pensei que talvez minha vontade de acertar era tanta e que meu mal foi pensar demais até decidir qual das chaves era a melhor. decidi que era melhor libertar esta mão de poucos encontros (mas sempre intensos) que sempre me encontrava no meio do caminho.
que era melhor correr por outras estradas.
que esta mão tivesse a chance de encontrar a fechadura certa.
e quanto a mim?
tranquei-me em mim mesma. pensava que era o certo. para quê ajuda para encontrar novas estradas, afinal? era melhor continuar a correr a estrada com os olhos. e durante esta estrada me perguntava se aquela chave que deixei se sentia culpada por não ser o enigma da fechadura. ou se pensava q'eu era a responsável pelas mudanças das fechaduras a cada tentativa.já não sei. muito tempo se passou desde então. chaves e fechaduras não são mais usadas. talvez um outro tipo de ligação, mais moderno, seja feito. a dúvida sempre planta, e espero que pense sempre na segunda opção.
afinal, fechaduras são únicas enquanto chaves são feitas aos montes.
e que ao menos tenha a 'chave' para libertar esta possível dúvida e jogue-a fora, desta vez, sem receio nenhum. se, receio de ser feliz por completo.
pois a estrada é sempre longa quando olhamos e andamos na direção certa.
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